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Facebook mobiliza as suas plataformas de mensagens como forma de enfrentar o coronavírus


Sede do Facebook, na Califórnia — Foto: Thiago Lavado/G1
O Facebook incentiva as autoridades e os engenheiros informáticos a utilizarem o Messenger para combater a pandemia do novo coronavírus, depois que suas plataformas adquiriram um papel essencial na comunicação durante a crise na saúde.
"Estamos lançando uma associação com vários desenvolvedores para proporcionar serviços gratuitos às organizações de atenção médica para lhes ajudar a usar o Messenger em grande escala como resposta à crise da Covid-19", disse o Facebook em comunicado divulgado nesta segunda-feira (23).
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As redes sociais enfrentam uma onda de desinformação ligada à crise na saúde, com a disseminação de rumores sem fundamento e conselhos falsos que chegam a ser perigosos, enquanto 1,7 bilhão de pessoas em todo o mundo estão confinadas em suas casas e muitas delas mantêm contato através das redes sociais.
Na última semana, o Facebook anunciou um centro de informações do coronavírus para países europeus, com notícias de fontes confiáveis, dicas de como permanecer saudável e ajudar sua família, além de atualizações de órgãos de saúde.
O Facebook também lançou um "hackathon" nesta segunda-feira, convidando voluntários para projetar soluções usando as ferramentas do Messenger.
Os codificadores podem, por exemplo, ajudar as instituições de saúde a automatizar respostas a perguntas comuns, fazendo com que suas equipes possam se concentrar em tarefas mais difíceis.
O Unicef já está usando o Messenger para divulgar informações sobre a Covid-19, segundo o Facebook.
A rede social multiplicou as medidas para que suas diferentes plataformas não contribuam, indiretamente, para alimentar a incerteza e o pânico.
Em relação ao aplicativo WhatsApp, pertencente ao Facebook, é apontado como permissivo em relação ao compartilhamento de mensagens contraprodutivas.
"Peço a todos que parem de compartilhar notícias não verificadas em grupos do WhatsApp", escreveu o primeiro-ministro irlandês, Leo Varadkar, em seu Twitter na última semana.
"Essas mensagens assustam as pessoas. Elas as perturbam e podem causar danos reais. Use fontes confiáveis e oficiais para sua informação".

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Fonte: G1


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